Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cristiane Lisbôa

porque ela é minha musa inspiradora das letrinhas. amo quando volta a escrever um blog. esse texto foi publicado ano passado e eu gosto tanto que trouxe aqui. foi um convite para escrever uma troca de cartas no dia dos namorados. lindo de morrer. o blog também inspira sempre. fã de carteirinha.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

slow post

blog querido!

ando sumida daqui porque a vida está cheia de novidades e compromissos (leia-se trabalho com ritmo frenético) que me tomam tempo e inspiração suficientes pra quando chega o fim do dia eu querer distância do computador (fato inédito), mas acho que é uma fase passageira. O foco tá sendo usado pra outras coisas no momento e não to conseguindo cuidar de você durante o dia, e ai só me sobra a noite, que também é cheia de outras coisas pra fazer. Sei que assim que me acostumar com meu novo ritmo (insano) de vida voltarei a te rechear de muitas novidades que continuam borbulhando como sempre nos meus olhos, cabeça e coração. pras amigas que passam aqui as vezes, não me abandoneeem, eu volto ;)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Inspirações - pics











hoje passei a manhã buscando umas referências pra produzir uma foto aqui da agência (poderia viver disso! é tão gostoso) e separei essas pra colocar aqui no tag inspirações. amo as unhas estampadas, é uma técnica nova, que a qui no Brasil fica surreal de caro pra fazer, mas dura um mês. Pra quem mora nos EUA (marília mais uma p/ vc) vende até na farmácia. todas as outras estão aqui pela sensação boa que me trazem, umas de nostalgia, outras de afeto. fora isso, continuo fazendo meu balanço anual e em contagem regressiva né minha gente. 19 dias p/ eu estar com meus pés na areia :)

sábado, 13 de novembro de 2010

o melhor lugar do mundo


o melhor lugar do mundo não é referenciado em latitudes e longitudes cartográficas. é uma cidade itinerante com largos portões feitos de felicidade. onde eles não conseguem entrar.

no discurso amoroso, o melhor lugar do mundo é um lugar que mesmo em meio ao caos e a desordem, ao seu lado, é um lugar confortável para se estar.

é a cama com lençóis recém-passados. é a casa com janelas de por-do-sol e vista para o mar. é um parque com sorvete de menta que refresca quando a cabeça não pensa. é acordar com esperança nas energias renovadas no dia um de janeiro. é abraço apertado em dias de coração apertado. é a mesa de bar cheia de amigos, etílicos e assuntos a desenvolver. é a música favorita que te faz pensar na pessoa favorita. (e qual é a sua música favorita?) é sonho bom. é xícara de chocolate quente para aquecer a mão e o peito em dias frios. é jardim florido de girassol. é a sociedade secreta de tereza. é chorar de alegria.

mas de todos os lugares, o melhor lugar do mundo somos nós. eu escrevo, pinto e faço o mundo do jeito e das cores que quero que ele seja.

na bússola, o meu norte, meu amor, sou eu, você e nossos lindos e sinceros planos.

amo esse texto (via @fragmentos) imagem do weheartit.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

tem alguém batendo aqui na porta.

faltam exatos 4 dias para eu comemorar meu aniversário. eu disse comemorar?rs. chegou minha hora gente. o tão aguardado e por muitas temido 30 anos de idade. e ai? o que muda? já ouvi de tudo um pouco sobre esse tabu feminino. Umas amigas disseram que foi como qualquer outro aniversário. outras MEU DEUS, um divisor de águas. as pressões da sociedade. maternidade. sucesso profissional e todo aquele blá que a gente já sabe. olha, não tenho sentido muita mudança em função disso (acho), a não ser algumas alterações no meu corpo (oi?), nem sinal de rugas e cabelo branco (não gosto nem de pensar nisso pra não atrair), uma vontade boa e consciente de querer fazer o que me dá prazer, seja no trabalho ou em qualquer coisa. respeito mais as minhas vontades e opiniões. me sinto mais segura em muitos aspectos. amo as minhas conquistas. valorizo cada vez mais a família que tenho e a que ganhei casando. é cada vez mais legal descobrir quem eu sou e curto as minhas transformações. bom, tá legal. to gostando. vem trinta. meus vinte e tantos foram bons (muito bons) enquanto duraram, mas com mudanças internas radicais, ou não, os trinta já são muito bem vindos, obrigada. confesso que esse assunto me assustava mais quando eu ainda não sabia o que seria de mim quando passasse por ele.

sábado, 4 de setembro de 2010

Coleções de... :)





"te dou os meus sonhos para juntar com os seus. tenho coleções de lindos sonhos, diferentes cores para pôr-do-sol, mapas para se perder em países distantes, perfeitas tempestades para fazer voar monotonias e uma caixa cheia de brisa para quando estiver muito calor.

dos seus sonhos eu não sei muita coisa. mas da minha parte é isso que posso oferecer. pedacinhos de caos que surgem e voam da minha mente enquanto estou dormindo, enquanto estou ocioso ou preso em caóticos trânsitos urbanos mas pensando em lugares onde nossa nuvem polvilhada em canela e açúcar deseja estar".

fragmentos.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Mapa- Múndi/Thiago Pethit

coisa MAIS linda que vi nos últimos dias. Inspiração total. Essa menina Renata que dirige o vídeo é bem foda, puta sensibilidade irada, e o cantor que só conhecia de ver por aí no twitter achei fofo demais cantando.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Não viva no Outono



Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.


- Sarah Westphal

quarta-feira, 28 de julho de 2010

corujando f&f



ai gente. é muita pose :)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Inspirações - Piquenique na Dinamarca

Precisa de legenda? não né! alguém tem uma máquina de teletransporte, por favor!?
pra ouvir: Crystalised - The XX.






terça-feira, 22 de junho de 2010

LLLLLLove.

lelove

de todas as ilusões humanas, a idéia de andar só ou andar acompanhado é a que mais me fascina. não importa que idade você tenha, ou quanto Nietzsche de verdade tenha lido em sua vida. não importa o quanto você saiba que está sempre sozinho em suas decisões. não importa o quanto você saiba que seu mundo interior é o único mundo que você realmente pode conhecer, e ainda assim com imensas restrições.

é difícil aceitar que, embora o mundo exterior seja concreto, seus significados não passam de fantasmagoria. você não pode acessar os mistérios de outro ser humano, a não ser pela observação dos gestos e pela interpretação destes gestos a partir de seu próprio mundo interior. todo movimento que fazemos, como seres humanos, é sumariamente imaginário - e só ocorre a partir do único referencial que conhecemos, o nosso íntimo.

o amor é um destes lugares da imaginação em que recriamos a ilusão de não estarmos sós. não falo da relação concreta que envolve o amor, com suas grandes maravilhas e seus pequenos desastres (ou, às vezes, pequenas maravilhas e grandes desastres). falo do sentimento que nunca pode ser inteiramente expressado porque é de uma riqueza inacessível para o outro. o amor é um daqueles lugares do indizível, porque não há palavra, imagem ou gesto suficientemente preciso para representá-lo. não há vocabulário ou acervo capaz de fazer o outro compreender o quanto de amor há ali. é por isso que repetimos tanto e de tantos modos diversos, tentando cercar o outro de uma soma constante do nosso amor.

no entanto, por mais que exista um outro a quem amar, e que ele seja merecedor do nosso cuidado e do nosso tempo, a maior façanha do amor é esta ondulação interna que ele provoca. esta sensação de estar pleno de sentimentos fortes, intensos, reais. a sensação de estar vivendo. na expressão do amor, podemos ser mais ou menos generosos, mais ou menos dedicados, mais ou menos criativos. não importa. o que importa é esta qualidade que nos conferimos ao amar alguém. quando digo "você é especial" - por palavras, gestos ou olhares silenciosos -, estou dizendo "você é especial para mim, sou eu que te faço assim". e, se sou capaz de te fazer especial, é porque tenho esta riqueza interna inigualável ("caso você ainda não tenha percebido o quanto sou único").

somos todos passionais. uns mais, outros menos. uns gritam suas angústias, pedem explicitamente, atacam o objeto de amor. uns esperam, recolhem, se encolhem. seja como for, é um mundo intenso que está sendo vivido e experienciado. o mundo interior do qual partimos para todas as nossas aventuras e ao qual sempre retornamos, com mais bagagem e coisinhas a guardar.

as relações raramente acabam junto com o amor que sentimos. acabam antes, acabam depois. quando uma relação acaba, sofremos porque temos que enfrentar um processo longo de reacomodação. mas o que nos deixa perplexos, de fato, é quando percebemos que o amor que sentíamos acabou. quando olhamos uma pessoa e buscamos acessar aqueles velhos arquivos que nos faziam vivos pelo simples fato de estarmos os dois ali. não reconhecemos mais os conteúdos desses arquivos, eles agora parecem inadequados. não acompanhamos mais o andar singular daquela pessoa pelo corredor, ou entre as mesas de um restaurante, porque já não importa muito vê-la caminhar e importa menos ainda saber para quem ela está olhando. é neste momento que percebemos que algo do nosso interior já não está mais lá, onde costumava ficar.

neste momento, de uma estranha epifania, você finalmente sabe que o único mundo em que você pode navegar é o de suas emoções. você pode se guiar por metas, objetivos e planos. mas são as emoções que te fazem vivo. ao final o amor é esta capacidade interna de se sentir único. você quer ser ser vital, necessário, quer fazer a diferença (para alguém). o que você ama, em suma, é aquilo no qual você se torna enquanto ama.
.
Li esse texto e deu vontade de mostrar aqui. é da jornalista Marcia Benetti, dona do blog patifaria

segunda-feira, 24 de maio de 2010

você é...

... quem eu amo.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Elas Ansiosas ou Eles mudos demais?


O cara não disse nada.

1-) Tá viajando

2-) Perdeu o celular

3-) Arrumou outra

4-) Tá me amando de longe (será??)

5-) Me odeia e não pode me ver nem lambuzada de nutella

6-) Tá me preparando uma surpresa linda (quer enganar quem, gata?)

7-) Foi internado no hospital

9-) Voltou com a ex

10-) Tá ocupado com o trabalho (vai cagar!)

11-) Tá em depressão pós derrota do time

12-) Não sabe como me pedir em namoro

13-) Tá sem coragem de ligar. Só.

14-) Esqueceu que eu existo (ui!)

15-) Morreu!

17-) Não me merece

18-) Nenhuma das anteriores

19-) Todas as anteriores

20-) Volte ao topo dessa lista

O silêncio de um homem pode matar uma mulher. Definitivamente!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

do amor


"quando fico solteira, sinto falta de beijo na boca, de sexo, de todas as coisas. mas sinto, basicamente, falta de amor. de olhar de amor. de olhar de apego. de rir de coisas cretinas. de inventar apelidos idiotas (e que proíbo de serem ditos em público). sinto falta de ligar da locadora e ficar numa discussão besta sobre que filme vamos ver, eu na prateleira do romance água com açúcar, você nos iranianos começados em artigo. e eu vou querer sorvete. vc vai querer salgado. e vou querer pizza de pobre. vc pedir uma massinha. eu vou ter insônia. vc dorme o sono dos justos. eu acordo tarde. vc as seis tá quicando. e assim se faz o amor."

li nesse blog fofo que descobri hoje.

*um brinde à união :)

domingo, 25 de abril de 2010

Bella




hoje foi aniversário dela.
tem o nome que representa perfeitamente quem e como ela é :) Bella. avó do Ro, a pessoa mais doce que pude conhecer nos últimos tempos. saúde eterna Belinha. 89 anos de vida pura e muita história óóótima pra contar, adoro passar hooras do lado dela só ouvindo. hoje enquanto jantavamos ela contou que quando tinha 10 anos de idade provou Toddy pela primeira vez (só 80 anos atrás e ela conta com tantos detalhes, como se fosse ontem) e que quando era pequena tinha um amigo que comprava Diamante Negro na venda em frente sua casa e levava pra ela na janela "sabe, desde aquela época eu era fissurada por chocolates"
e ainda finaliza a noite assim: "pedido pra cortar o bolo? imagina, o que mais eu posso pedir? está tudo perfeito, sou tão feliz!"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

GATA MIA


parece a minha Flora :)





adorei esse blog Gata Mia que divulga fotos de mulheres, com seus felinos. Tem até um time de famosas por lá.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

momentos 4a feira

curei a ressaca e fomos pra rua. Almoço delícia, seguido de passeio com direito a parada pra sobremesa e volta gigante pela cidade vazia, com tudo fechado (adoro quando São Paulo fica assim, viva-morta, sabe?) depois lar doce lar e preguiça no sofá.










eles-não-se-desgrudam