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segunda-feira, 1 de março de 2010

grama página



que post it que nada. Na era do "planeta verde" até o marca página entrou na dança.
adorei a idéia, vi aqui

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

duplinha do barulho


semana passada acabei de ler o livro Tête-à-Tête, lembram?

a conclusão que eu cheguei é bem simples e pouco filosófica.
por mais conhecimento e inteligência intelectual que se tenha nessa vida, somos todos feitos de carne, osso, pecados, ansiedade, expectativa e defeitos. ou seja; os caras pregavam a soberania e faziam cagada atrás de cagada, ele mais que ela, beeem mais. Só que num tom divertido e aceito (medidas as proporções) pelos que conviviam ali na "turma sartreana."

permitir-se o nunca vivido antes tem vantagens e desvantagens - óbvio.
no caso do Sartre e da Simone, a história tem um desfecho recheado de muita emoção, algumas mágoas irreparáveis, cumplicidade, compreensão, sofrimento e entrega (do corpo e da alma).

foram injustos com terceiros envolvidos na relação e só eram leais um com o outro.
no fundo tinham um amor maior e individual em comum: a escrita.

se valeu a pena? como diria o cantor: "tudo vale a pena quando a alma não é pequena..."
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gostei e recomendo.
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"todas as vitórias ocultam uma abdicação"
Simone de Beauvoir
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"um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem se saber como acabarão"
Jean Paul Sartre

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Tête-à-Tête o tal do poliamor


estou encantada com a história desse livro (obrigada Ferdi pela dica!).

a escritora conta o caso amoroso dos filósofos Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir. O romance atravessa décadas, eles nunca se casaram nem sequer dividiram o mesmo teto, eram cúmplices até o último fio de cabelo e detalhe - viviam um relacionamento aberto que para a época (1920) era muito transgressor.

Pra mim ainda é! Não conseguiria dividir o que conquistei, tampouco viver várias relações ao mesmo tempo, será esse o mal (eu disse mal?) das pessoas intensas? viver cada coisa de uma vez e se entregar de corpo e alma, ou dá pra fazer tudo ao mesmo tempo e com a mesma intensidade? affff, minha cabeça entraria em parafusos... sou bem feliz assim na minha monogamia, esse tal de poliamor não é a minha praia, porééém; admiro os que o vivem.

bom, de qualquer maneira estou na página 100 e o livro tem 400, terminando eu volto com esse assunto pra concluir o que eu achei, afinal de contas; muita água vai rolar ainda e já andei percebendo que a dona Simone tá com uma pontinha de "por que eu tô fazendo isso, assim, desse jeito?" ciumenta ela viu, mas comedida.

pra quem quiser saber mais sobre eles tem ela aqui e ele aqui.