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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cristiane Lisbôa

porque ela é minha musa inspiradora das letrinhas. amo quando volta a escrever um blog. esse texto foi publicado ano passado e eu gosto tanto que trouxe aqui. foi um convite para escrever uma troca de cartas no dia dos namorados. lindo de morrer. o blog também inspira sempre. fã de carteirinha.

sábado, 13 de novembro de 2010

o melhor lugar do mundo


o melhor lugar do mundo não é referenciado em latitudes e longitudes cartográficas. é uma cidade itinerante com largos portões feitos de felicidade. onde eles não conseguem entrar.

no discurso amoroso, o melhor lugar do mundo é um lugar que mesmo em meio ao caos e a desordem, ao seu lado, é um lugar confortável para se estar.

é a cama com lençóis recém-passados. é a casa com janelas de por-do-sol e vista para o mar. é um parque com sorvete de menta que refresca quando a cabeça não pensa. é acordar com esperança nas energias renovadas no dia um de janeiro. é abraço apertado em dias de coração apertado. é a mesa de bar cheia de amigos, etílicos e assuntos a desenvolver. é a música favorita que te faz pensar na pessoa favorita. (e qual é a sua música favorita?) é sonho bom. é xícara de chocolate quente para aquecer a mão e o peito em dias frios. é jardim florido de girassol. é a sociedade secreta de tereza. é chorar de alegria.

mas de todos os lugares, o melhor lugar do mundo somos nós. eu escrevo, pinto e faço o mundo do jeito e das cores que quero que ele seja.

na bússola, o meu norte, meu amor, sou eu, você e nossos lindos e sinceros planos.

amo esse texto (via @fragmentos) imagem do weheartit.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

tem alguém batendo aqui na porta.

faltam exatos 4 dias para eu comemorar meu aniversário. eu disse comemorar?rs. chegou minha hora gente. o tão aguardado e por muitas temido 30 anos de idade. e ai? o que muda? já ouvi de tudo um pouco sobre esse tabu feminino. Umas amigas disseram que foi como qualquer outro aniversário. outras MEU DEUS, um divisor de águas. as pressões da sociedade. maternidade. sucesso profissional e todo aquele blá que a gente já sabe. olha, não tenho sentido muita mudança em função disso (acho), a não ser algumas alterações no meu corpo (oi?), nem sinal de rugas e cabelo branco (não gosto nem de pensar nisso pra não atrair), uma vontade boa e consciente de querer fazer o que me dá prazer, seja no trabalho ou em qualquer coisa. respeito mais as minhas vontades e opiniões. me sinto mais segura em muitos aspectos. amo as minhas conquistas. valorizo cada vez mais a família que tenho e a que ganhei casando. é cada vez mais legal descobrir quem eu sou e curto as minhas transformações. bom, tá legal. to gostando. vem trinta. meus vinte e tantos foram bons (muito bons) enquanto duraram, mas com mudanças internas radicais, ou não, os trinta já são muito bem vindos, obrigada. confesso que esse assunto me assustava mais quando eu ainda não sabia o que seria de mim quando passasse por ele.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

MUDE

Somos seres em constante mutação. é parar pra refletir, pronto, já vem uma mudança. então mude. mude o corte de cabelo. mude o caminho que já não tem nada de novo. mude o perfume. mude de sabor preferido. mude suas cores. mude de idéia. mude os brincos. mude a maneira de tomar banho. mude de amigos se quiser. mude os hábitos chatos por novos. mude a cor da parede. mude um móvel de lugar. mude de casa. mude a cor do batom. mude a foto do seu desktop. mude seus defeitos. mude as manias chatas. mude o olhar. mude a lente. mude de país. mude de cidade. mude de amor se precisar. mude de cadeira. mude o cardápio. mude o desodorante. mude a fantasia. mude os sapatos. mude as paixões. mude de música. mude suas roupas. mude de língua. mude as curiosidades. mude o gesto. mude o gosto. mude algo na rotina. mude de chefe. mude de vida. mude. a alma agradece :)
















quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Não viva no Outono



Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.


- Sarah Westphal

sábado, 14 de agosto de 2010

BAHIA I - novos amigos :)

sumi né? o motivo é delicioso e fica fácil entender a minha "lentidão" em atualizar o blog pq ainda to no clima dela - Bahia :) ô terra boa. Foi demais. Conhecemos algumas pessoas e lugares que certamente jamais esquecerei e deu vontade de contar aqui. Então, vamos por partes. Primeiro as pessoas:

índios que conhecemos assim que pisamos em Caraiva. Já me encheram de pulseiras e colares feitos de diversas sementes antes mesmo de chegar na pousada.

quando saímos para a 1a caminhada na praia de Caraiva, encontramos uma reserva dos índios, há uns 2 km de distância de onde estavamos hospedados. São umas casinhas construídas onde vivem algumas famílias indígenas (mas a grande parte fica mesmo na aldeia Pataxós, que fica láá na ponta, mais uns 4 km). Estavamos passando e esse menininho da careta, que não lembro agora o nome -até pq os nomes deles não são nada comuns, rs - chamou a gente pra tomar uma água de coco (fofo), o pai dele subiu no coqueiro e nos ofereceu os cocos fresquinhos, sem cobrar nada. Ele adorava conversar e contou que queria ser fotógrafo e advogado, dei a máquina na mão dele, se divertiu horrores. O pai deu uma bronca na gente pq tiramos a foto fazendo careta, rs, segundo ele, fazer careta nas fotos, evoca os espíritos do mal. Eu ein.

esse é o Pézinho. Figura que levou a gente de buggy pra fazer o passeio em Corumbau e na aldeia. Mora na aldeia há seis anos junto com os índios. Raridade isso acontecer. Histórias boas pra contar, é o único mecânico da região, conserta todo tipo de motor. Assim que chegamos na praia ele solta um "bom gente, agora vou dar uma descansada". Gargalhamos, é realmente muito cansativo dirigir 6 km, hehe.

Tucuriiiiii. Meu querido amigo índio que fiz na praia. Tava ali de bobeira, ele chegou com os artesanatos e engatamos um papo de hoooooras a fio, me contou a vida toda. Casado com Cotia, 41 anos, pai de 10 filhos, todos estudam na aldeia, ele estudou até a 8a série, ama matemática, ficamos brincando de tabuada, ahahaha. Gente fina. Quando contei que no dia seguinte ia pra Corumbau (que é perto da aldeia), ele disse, "ah Daniela, então vc vai passar lá em casa na volta, quero que vc conheça minha mulher e meus filhos. Vamos tomar uma água de coco e comer uma farofa de ...(não lembro o nome)". falei: "Tucuri, amanhã estarei lá, pode ter certeza! é fácil te achar?" ele: "ô, pode perguntar pra qq um que todo mundo me conhece". Fiquei ansiosa pra chegar o dia seguinte, rs. Ah, todos eles tem o nome indígena e um nome comum, um dos filhos dele (o mais arteiro) se chama Rodrigo, nossa, pronto! também ficou melhor amigo do Ro por esse motivo.

Chegamos na aldeia no fim da tarde. Muitos índios estavam reunidos na porta da igreja, os homens tavam fazendo um curso sobre construção com os brancos - tudo com a supervisão do cacique, que decide do que pode ser plantado até em quem todo mundo vai votar, e segundo a índia da vendinha, uns obedecem, outros não. O fato é que todas as casas tinham cartaz da Dilma colado na porta (ai).

eis que chegamos na casa do Tucuri, o povo sabia mesmo indicar exatamente onde era a casa dele, pq a aldeia é grande! tipo um bairro, só que com as casinhas de barro no mato e longe umas das outras. Gente! e a alegria dele quando viu o buggy chegando. Correu pra receber a gente, foi logo apresentando a mulher e a filharada. Ficamos batendo papo um tempão, fez questão de me presentear com alguns artesanatos que faz com os meninos. Foi bem legal. Esse da foto é o Renan, filho mais novo deles.

Fui embora de lá realizada, feliz! Com a sensação de como valeu a pena e foi especial pra mim (acho q pra ele tb) ter conhecido alguém com a realidade tão diferente da minha, mas que me ativou o botão da compaixão e a anteninha da sinergia. Ele disse: "o sangue que corre em você, corre em mim também". Energia incrível e experiência inesquecível.

Depois conto das praias e do que me chamou atenção em cada lugar que passei - as igrejinhas :)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mantra

se existe uma verdade no mundo, é essa. Meu mantra pra sempre :)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Inspirações - Piquenique na Dinamarca

Precisa de legenda? não né! alguém tem uma máquina de teletransporte, por favor!?
pra ouvir: Crystalised - The XX.






quinta-feira, 29 de abril de 2010

do amor


"quando fico solteira, sinto falta de beijo na boca, de sexo, de todas as coisas. mas sinto, basicamente, falta de amor. de olhar de amor. de olhar de apego. de rir de coisas cretinas. de inventar apelidos idiotas (e que proíbo de serem ditos em público). sinto falta de ligar da locadora e ficar numa discussão besta sobre que filme vamos ver, eu na prateleira do romance água com açúcar, você nos iranianos começados em artigo. e eu vou querer sorvete. vc vai querer salgado. e vou querer pizza de pobre. vc pedir uma massinha. eu vou ter insônia. vc dorme o sono dos justos. eu acordo tarde. vc as seis tá quicando. e assim se faz o amor."

li nesse blog fofo que descobri hoje.

*um brinde à união :)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Últimos suspiros

ele chegou. pois é, o último dia das férias foi hoje.
não posso reclamar. foi um mês muuito intenso, cheio de acontecimentos inesquecíveis, dias deliciosos, momentos mágicos, que borbulhou novidades e descobertas.
fiz tudo o que me deu na telha, e hoje, especialmente, bati perna, fiz fotos no trânsito de coisas que talvez nem repararia, sentei na livraria sem ter pressa pra levantar, tomei um café pensando na vida, falei e cantarolei sozinha dentro do carro, enfim...senti que fiz cada momento valer a pena :)
amanhã com certeza o dia começa diferente, acho ótimo.


esse "muro" tava chamando a atenção por estar ali naquele farol daquela rua sem graça.


Caio, sempre ele, o gênio Caio "A vida é apenas uma ponte entre dois nadas e tenho pressa"




hummm, o melhor pão-de-queijo!








sim, isto é SP




mais uma deleee :)

pra finalizar (e não perder o hábito) fomos tomar uma caipirinha sen-sa-ci-o-nal com a Fe e Lelo no bar Veloso, fica na Vila Mariana e vale a visita. Dica: caipirinha de vodca com cajú e limão + sanduba buraco quente. hum.

quarta-feira, 10 de março de 2010

CHOO-REI!


geeeente isto (assistam aqui) é coisa que se mande pra uma noiva "a beira do altar?" lindo ♥

via Nath

domingo, 21 de fevereiro de 2010

domingo!


dia especialmente feliz :)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

banho de chuva


"É isso mesmo, entreguei os pontos, não dá mais, acabou.
Essa frase soa com tanta força, não é?
Mas é verdade, eu desisti mesmo.

Desisti de reclamar de quem não quer aprender. Decidi me concentrar em quem quer...
E se você olhar bem direitinho, sempre por perto tem um monte de gente sedenta de conhecimento.

Desisti de tentar emagrecer para ser igual a todo mundo.
Resolvi ter o peso que eu devo ter, por uma questão de saúde, por uma questão de bem estar.

Desisti de tentar fazer com que as pessoas pensem do jeito que eu gostaria que elas pensassem.
Achei melhor buscar respeitar o outro do jeito que ele é.
Imagina se o mundo fosse feito de milhões de pessoas iguais a mim...
Ah, isso ia ser um tormento!

Desisti de procurar um emprego perfeito e apaixonante.
Achei que estava na hora de me apaixonar pelo meu trabalho e fazer dele o acontecimento mais incrível da minha vida, enquanto ele durar.

Desisti de procurar defeito nas pessoas.
Achei que estava na hora de colocar um filtro e só ver o que as pessoas têm de melhor.
Defeito todo mundo acha, quero ver achar qualidades em quem parece não tê-las.

Desisti de ter o celular mais “psico-tecno-cibernético” do mercado. Agora eu só quero um telefone, pra falar.
É muito frustrante comprar o mais novo modelo e dias depois ver que ele já foi superado. É pra isso que a indústria trabalha.

Desisti de impor minha opinião sobre tudo.
Decidi que de agora em diante vou ouvir todas as opiniões, mesmo as contrárias, e vou tentar tirar proveito de cada uma delas.
É mais barato compartilhar as opiniões do que brigar pra manter só uma.

Desisti de ter tanta pressa. Tudo na vida tem seu tempo, e se não acontecer, não era pra acontecer.
Não quer dizer que eu vou “deixar a vida me levar” e parar de correr atrás do que eu acredito, mas não vou me desesperar se eu perder o vôo.
Sei lá o que vai acontecer com o avião...

Desisti de correr da chuva.
Tem coisa mais bacana que tomar banho de chuva?
Há quanto tempo você não sente aquele cheiro de terra molhada?
E se o resfriado chegar, qual o problema? Não vai ser o primeiro nem o último.

Se eu fosse você, desistia também...
Tem um monte de coisas que fazemos, carregamos e sentimos, que não precisamos."


fiquei pensando sobre esse texto que li hoje na internet.
caberia também a palavra permitir.
a palavra desistir não soa negativo pra mim, desistir também é permitir que o novo se aproxime e que a evolução cotinue seu caminho. Diria até, que as vezes, desistir é o melhor caminho.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

nas ALTURAS!

dia 15/02 o dia começou animado! alías a animação começou dia 07/02, quando dei de presente pra ele um salto de pára-quedas. A reação foi a mais inesperada possível: "Daniela, como assim?! ai que medo! e agora? vou ser obrigado a fazer isso?!" ahahahahahahah desde então ele vem trabalhando o psicológico pra criar coragem. Nem demorou tanto, viu!

chegamos em Boituva as 12h00, nosso salto estava agendado para as 13h00.
Salto vai, salto vem, gente sobe tensa e desce pulando com um mega sorriso no rosto....lá pelas 16h00 finalmente chegou a tão esperada hora. Ele me surpreendeu, ficou tranquilo do início ao fim. Nossos instrutores eram demais! céu azul, nenhuma nuvem, tudo perfeito! Eu já tinha saltado uma vez há um tempão atrás e não lembrava direito da sensação. Só lembrava que não dava medo, nem frio na barriga e era indescritível!

gente! só quem salta pra saber! é a melhor sensação de liberdade e adrenalina que já tive.

Conclusão: final de tarde, os dois em estado de graça voltando na estrada. O Ro amou tanto, tanto mas tanto que o medo se transformou em uma vontade maluca de virar paraquedista!







Fica a dica.

vamos voaaaaaar! \0/

ah, o vídeo ainda não tá disponível, assim que der coloco aqui!